Por: Artur Costa
Comandante Operacional Municipal de Seia
Entre os dias 18 e 21 de Janeiro decorreu no
Centro Municipal de Proteção Civil de Seia, situado no
Aeródromo Serra da Estrela, um curso de
Analista de Incêndios Florestais, ministrado pela empresa espanhola
EIMFOR – Entrenamiento e Información Forestal, S.L.
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| Foto 1 - Centro Municipal de Proteção Civil de Seia. Foto: Artur Costa |
Este curso resultou de uma iniciativa conjunta de técnicos, na sua grande maioria técnicos florestais das autarquias, que, buscando aumentar as suas capacidades para interpretar, prever e antecipar os fatores que influenciam o comportamento de um incêndio florestal, encontraram junto da EIMFOR a melhor forma de o conseguir, dada a reconhecida experiência e capacidade formativa na área dos incêndios florestais, tanto na vertente de análise como na planificação da extinção.
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| Foto 2 - Formador da EIMFOR. Foto: Artur Costa |
O conteúdo programático do curso, que versou a Análise de Incêndios Florestais, incluiu temas como o comportamento do fogo, a tipificação dos incêndios florestais, o Sistema de Predição de Campbell, o suporte operacional da meteorologia nos incêndios florestais, o interface urbano-florestal, o papel do analista de incêndios, a elaboração de relatórios, os planos de extinção e a segurança nos incêndios florestais, finalizando com diversos exercícios práticos recorrendo ao histórico de incêndios florestais ocorridos em vários locais do globo, totalizando 32 horas em regime presencial.
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| Foto 3 - Ação em Sala. Foto: Artur Costa |
Os
vinte e cinco técnicos que frequentaram esta formação, oriundos de diversas autarquias (Águeda, Braga, Bragança, Cantanhede, Chaves, Felgueiras, Fornos de Algodres, Freixo de Espada à Cinta, Gouveia, Manteigas, Mogadouro, Murça, Oliveira do Hospital, Paredes, Penafiel, Santo Tirso, Seia, Valongo, Vila Nova de Gaia e Vimioso), bem como do Instituto de Conservação da Natureza e Florestas, manifestaram, no final da formação, o seu agrado pelos conhecimentos adquiridos, sentindo-se dotados de novas capacidades não apenas para apoiar como analistas os comandantes das operações de socorro e as células de planeamento e operações em cenário de incêndios florestais, mas igualmente para desenvolver estratégias e planificar de forma eficaz e segura as redes de DFCI, e a sua utilização pelos bombeiros e restante dispositivo de combate durante as operações de extinção de incêndios florestais.
No dia 22 de Janeiro, estava prevista uma ação de fogo controlado, com o objetivo de executar algumas parcelas previstas em planos de fogo controlado no concelho de Seia pelos técnicos credenciados que frequentaram o curso e demonstrar a técnica aos restantes, mas, dadas as condições meteorológicas desfavoráveis, essa ação foi adiada para data a definir.
tenho muito interesse no próximo
ResponderEliminarfernando henriques